E viva a vida!
E viva o momento!
E viva a esperança!
E viva o sentimento!
E viva as perdas, pois me deram vitórias, viva o acaso, que rendeu boas memórias!
VIVA!
E viva a dor!
E viva a ânsia!
E viva nas ancas da mulher que ama!
E viva, por aí perdendo tempo, pois o tempo que se perde é o que ganha este jogo!
E viva alegre!
E viva uma tristeza algum dia, mas atenção, tristeza só por um dia!
E viva a melancolia que te inspira!
E viva a força que te tira da depressão!
E viva a volta por cima!
E viva a sorrir, viva a espalhar o dom da alegria, viva durante o dia, durante a tarde e a noite, mas VIVA!
E viva me vendo esperar o dia em que nossas vidas serão vividas como uma só, onde nossas mãos entrelaçadas irão erradiar vida e compartilhar alegria, pois meu amor, a vida só tem graça de ser vivida se for na tua companhia.
Antes de mais nada, o projeto do blog é compartilhar meus devaneios e inspirações súbitas com vocês, espero que gostem do trabalho e estejam sempre por aqui, pois quanto mais recebo o carinho de vocês, mais inspirado fico.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Dedicado
Música mágica que estende meus sonhos no varal e me põe pra dormir ao relento, deitado sobre lembranças e expectativas.
Sou um elo que une o passado ao futuro, isso faz de mim o presente? Ou apenas uma falta? O refrão repetia com clareza a dor de quem foi traído e eu, bobo que sou, cantava entusiasmado me sentindo dentro daquela música e, ao passo que minha vontade de chorar aumentava, eu ria e gargalhava, me sentia rídiculo, um ator em um mónologo chato, parado no meio do palco num espétaculo para uma pláteia de mentira, eis então que minha mente se abriu e do nada surgiu a luz da tua vida, a dádiva divina que me fez pular como um saltimbanco, um pierrot apaixonado, de repente um estômago lotado de borboletas e um palhaço tão leve que flutuava no ar, feliz pelo carnaval que veio na hora certa e aboliu a tristeza desenfreada do meu coração.
Paixão é o alimento da minha força, ela complementa minha fé e me faz acreditar que existe sim algo a mais entre o céu e a terra, fortalecendo assim, a minha alma.
Beije-me minha garota, se encontre em meus braços diga que este é um pedaço do quebra cabeça da felicidade, diga em tom baixo o quanto sente saudade e o quanto me ama e dê-me a sua mão ao fim de tudo, pois o mundo é pequeno para nossos pares de asas, o nunca nunca há de nos atrapalhar, pois nosso amor é, e sempre será, este combustível que transforma lágrimas em sorriso.
A ti sou dedicado, por ti juro que as geleiras hão de cair, por ti luto e venço, por ti, apenas por ti.
:)
Sou um elo que une o passado ao futuro, isso faz de mim o presente? Ou apenas uma falta? O refrão repetia com clareza a dor de quem foi traído e eu, bobo que sou, cantava entusiasmado me sentindo dentro daquela música e, ao passo que minha vontade de chorar aumentava, eu ria e gargalhava, me sentia rídiculo, um ator em um mónologo chato, parado no meio do palco num espétaculo para uma pláteia de mentira, eis então que minha mente se abriu e do nada surgiu a luz da tua vida, a dádiva divina que me fez pular como um saltimbanco, um pierrot apaixonado, de repente um estômago lotado de borboletas e um palhaço tão leve que flutuava no ar, feliz pelo carnaval que veio na hora certa e aboliu a tristeza desenfreada do meu coração.
Paixão é o alimento da minha força, ela complementa minha fé e me faz acreditar que existe sim algo a mais entre o céu e a terra, fortalecendo assim, a minha alma.
Beije-me minha garota, se encontre em meus braços diga que este é um pedaço do quebra cabeça da felicidade, diga em tom baixo o quanto sente saudade e o quanto me ama e dê-me a sua mão ao fim de tudo, pois o mundo é pequeno para nossos pares de asas, o nunca nunca há de nos atrapalhar, pois nosso amor é, e sempre será, este combustível que transforma lágrimas em sorriso.
A ti sou dedicado, por ti juro que as geleiras hão de cair, por ti luto e venço, por ti, apenas por ti.
:)
Desabafo da meia idade da idade de 20
Esta é uma dança de despedida, a última dança do dia, do mês, do ano, do século, da história, da nossa história e, ainda que insista, não a dançarei mais uma vez. Eu sempre quis saber que gosto tem a liberdade verdadeira, sempre quis saber como é ouvir um segredo e também como seria a sensação de tornar santos em pecadores.
Meus olhos de águia não foram capazes de ver, nem minha pele, em tons de neve pura, capaz de sentir. Sou isso que vês e um pouco menos do que esperas pra si, ciúmes que escorrem pelo meu rosto, navegando nas lágrimas de um idiota que brilha apenas no espelho, sou a empolgação de um beijo trocado de forma atrapalhada pelo nervoso das nossas mentes complicadas e sonhadoras, sou esse eterno "fora de controle", sou um nunca que sempre está atrasado, ou, adiantado demais, ouço sempre o ponteiro reclamar entre um "tic" e outro "tac" da minha incostância, mas nada que nos torne inimigos, pois dentro do silêncio que a solidão faz de canção, ele encontra seu espaço pra ter um companheiro, e eu idem.
Meus sonos não são mais visitados por sonhos, pois sonho demais de olhos abertos e, se por uma vez você pudesse encontrar isso por trás dos meus olhos, entenderia que eu sou alguém que está acima dos seus tabus e crenças, eu nunca perdi minha fé, mas ela se perdeu de mim, só pelo fato de eu ter me afogado em pecados durante minha longa caminhada solitária, apenas o tempo é testemunha da minha dor, apenas ele aplaude meu heroismo enquanto eu suporto dores lancinantes pela manhã, tarde e noite, isso tudo me mata de uma forma cruel, pois continuo em pé com um par de olhos castanhos brilhando no meio da multidão, sou fadado a carregar este fardo, o fardo de uma beleza que eu nunca escolhi ter, não pedi olhos que disfarçassem minhas neuras, queria apenas olhos que pudessem traduzir meus sentimentos, quem sabe assim talvez, você se apaixonaria por mim e diria as coisas que eu preciso ouvir, afinal, até mesmo nós, tolos que brilham no escuro, precisam de juras platônicas de amor.
Eu nunca...
Meus olhos de águia não foram capazes de ver, nem minha pele, em tons de neve pura, capaz de sentir. Sou isso que vês e um pouco menos do que esperas pra si, ciúmes que escorrem pelo meu rosto, navegando nas lágrimas de um idiota que brilha apenas no espelho, sou a empolgação de um beijo trocado de forma atrapalhada pelo nervoso das nossas mentes complicadas e sonhadoras, sou esse eterno "fora de controle", sou um nunca que sempre está atrasado, ou, adiantado demais, ouço sempre o ponteiro reclamar entre um "tic" e outro "tac" da minha incostância, mas nada que nos torne inimigos, pois dentro do silêncio que a solidão faz de canção, ele encontra seu espaço pra ter um companheiro, e eu idem.
Meus sonos não são mais visitados por sonhos, pois sonho demais de olhos abertos e, se por uma vez você pudesse encontrar isso por trás dos meus olhos, entenderia que eu sou alguém que está acima dos seus tabus e crenças, eu nunca perdi minha fé, mas ela se perdeu de mim, só pelo fato de eu ter me afogado em pecados durante minha longa caminhada solitária, apenas o tempo é testemunha da minha dor, apenas ele aplaude meu heroismo enquanto eu suporto dores lancinantes pela manhã, tarde e noite, isso tudo me mata de uma forma cruel, pois continuo em pé com um par de olhos castanhos brilhando no meio da multidão, sou fadado a carregar este fardo, o fardo de uma beleza que eu nunca escolhi ter, não pedi olhos que disfarçassem minhas neuras, queria apenas olhos que pudessem traduzir meus sentimentos, quem sabe assim talvez, você se apaixonaria por mim e diria as coisas que eu preciso ouvir, afinal, até mesmo nós, tolos que brilham no escuro, precisam de juras platônicas de amor.
Eu nunca...
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Outono
São dias que se encerram com uma salva de palmas da platéia, eu nunca deixei isso ir, mas hoje eu abro os braços e sinto as asas brotarem ansiosas para ganharem um céu e, aos poucos, vou perdendo essa tristeza carente de amor.
Sua fúria é tão rídicula quando contornada pelo azul do céu, esse cinza no teu olhar não entra em contraste com o dourado do por do sol, feche os olhos e respire, dê-me a mão e vamos juntos achar o sentimento que quer achar a gente.
Eu sou um dançarino sambando na gafieira esperando por você, sou malandro, sou boêmio, sou sereno, madrugada e manhã, abrace-me no fim e no começo do dia, o outono está aqui, entre meus braços e meus suspiros desajeitados que insitem em sair por ti.
Sua fúria é tão rídicula quando contornada pelo azul do céu, esse cinza no teu olhar não entra em contraste com o dourado do por do sol, feche os olhos e respire, dê-me a mão e vamos juntos achar o sentimento que quer achar a gente.
Eu sou um dançarino sambando na gafieira esperando por você, sou malandro, sou boêmio, sou sereno, madrugada e manhã, abrace-me no fim e no começo do dia, o outono está aqui, entre meus braços e meus suspiros desajeitados que insitem em sair por ti.
sábado, 31 de outubro de 2009
Um certo cavaleiro
Corri pelos vales e rasguei os céus, lutei contra dragões e dobrei feitiços astuciosos, cheios de ilusões que tinham a finalidade de me desviar do caminho que me levará até você.
Não uso armadura de prata, nem sou tão habilidoso com a espada, mas minha caneta já venceu inúmeros demônios e minha inteligência sempre me protegeu de investidas de gigantes assustadores, você corre pra algum lugar, eu corro pra alguém, você luta sem ter um motivo, eu sou revigorado quando lembro daquele sorriso que sempre me levou adiante, posso urrar de dor, mas no fim estarei sempre satisfeito, pois batalha nenhuma será perdida enquanto eu for dono do teu amor.
Minha linda, eu te peço, seja meu prêmio e minha aventura maior, ore por mim e ilumine-me com a luz das estrelas, pois estou sempre em pé, lutando e vencendo qualquer obstáculo que ameace nossa felicidade, sou eu quem te quer bem, sou eu teu rei e você é minha rainha, nosso reino é este mundo que teima em se impor contra nós, venha, dê-me a mão e juntos poderemos nos erguer e domar a loucura que tomou conta dessa vastidão de terra que ultrapassa os horizontes, nada no mundo, nem mesmo o próprio mundo, tem tamanho para se comparar ao nosso amor.
Certos vampiros
A música dizia que vampiros nunca machucarão você, mas sua maior preocupação está no seu maior desejo, a pessoa que se mostra justa e gentil perante seus olhos, não é nada além de um monstro com intenções maliciosas, você se torna um rélis instrumento de diversão e de dedicação falsa, o alimento do ego dessa alma vã, que totalmente sã, faz você em retalhos com simples atos não pensados.
Os perigos estão sempre escondidos nos sentimentos, totalmente alheios à nossa vista. Eis que num lampejo de lucidez, entre um acorde e outro daquele solo de guitarra, eu posso ver com clareza a comédia irônica que é essa brincadeira de orgulho, então eu te agradeço pelo veneno e te digo que nunca fui um poeta, que nunca me fará ter orgulho daquilo que fui, ou sou.
Vá garota, enxugue suas lágrimas e se dê conta do meu poder, o vampiro aqui sempre foi você, estou exausto de lutar por um sorriso teu e de agradar o que nunca será agradado sem um espelho, vá e lamente-se, pois quem dá as cartas do jogo agora sou eu, você nunca me deixou viver de acordo com minhas crenças, então eu as matei e me tornei um transeunt que passeia pelos seus sentimentos, esta é minha vez de, com uma mordida, sugar toda a sua felicidade.
Um jogo
Eu nunca disse que te amaria pra sempre, nunca te dei esperanças pra sorrir contando com um amanhã que nunca chegou. Suprimos as necessidades um do outro, não deveria ser assim, mas tua personalidade fechada e sarcástica nos trouxe à esse precipicio, estamos a dois passos de um vôo livre, ou de uma queda triste.
No fim do mundo você me da um beijo e diz que seu maior desejo é estar comigo, mas de que valem palavras tão doces sem nenhuma testemunha? Eu poderia te amar mesmo depois de tanto me doar e ser repreendido? Eu poderia te dar uma segunda chance sem medo de que nós cometamos os mesmos erros? São dúvidas de um coração que aprendeu com inúmeros outros, a ser frio e fechado.
Nós estamos juntos, mas não existe confiança, podemos tentar até conseguir, mas o que será que eu conseguirei estando parado aqui? O sempre nunca dura mais do que o suficiente pra causar cicatrizes na alma, eu aprendi que o tempo quando não é domado, se torna nosso maior flagelo, então não me venha com sorrisos falsos, pois eu odeio pessoas que mentem pra si mesmas, será que toda essa sua dor é sincera? Ou seria isso só mais uma cena bem trabalhada de uma fingida que adora controlar seu brinquedo? Que pena que já não estou disposto a ser tua diversão, ajoelhe-se e peça perdão, espere em meu olhar a compaixão brotar, enquanto minhas mãos não denotam nenhuma emoção, eu sou assim agora, será essa a sua derrota, ou a minha?
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